Domingo, 16 de Setembro de 2007 - O Estado de S. Paulo
Foi à base de favores - agora muito bem cobrados - que Renan Calheiros (PMDB-AL) conseguiu boa parte dos 46 votos para sua absolvição, na quarta-feira, no processo por quebra de decoro parlamentar. Alguns desses favores são muito pequenos, difíceis até de acreditar que ocorram no Senado - como vista grossa para o gasto a mais de algumas resmas de papel ou manifestação da solidariedade masculina na autorização para a viagem ao exterior de senadores interessados em levar consigo alguém muito especial.
Na extensa lista de ajudinhas tem ainda transferência de funcionários do Estado de origem do senador para Brasília, contratação de parentes, gabinetes amplos, escolha de apartamento funcional em bom estado ou virado para o nascente, troca do velho carro oficial por um novinho e até o estouro na cota de combustível. Coisas que seriam comuns em uma Câmara de vereadores do interior são largamente usadas no plano federal e concentradas na mão de um único homem. Tudo isso somado à influência sobre ministérios, bancadas e governo.
O presidente do Senado é um dos fiadores da aliança PT-PMDB-Planalto, tem poder político, mas quem percorre a Casa se depara com uma ostensiva coleção de pequenos favores feitos a uma extensa maioria.
Isso, somado ao fato de ter se tornado figura-chave para projetos do governo ao longo de quase três anos à frente de dois mandatos na presidência do Senado, fez com que Renan se salvasse no processo em que era acusado de ter despesas pessoais pagas por Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior. Entre as despesas, pensão e aluguel à jornalista Mônica Veloso, com quem Renan tem uma filha fora do casamento.
domingo, 16 de setembro de 2007
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
SEGUNDO O TIO AURÉLIO....
ABSOLVER => v.t. Relevar de culpa ou pena; declarar inocência; * Absolvição sf.
IMPUNE => adj. Que escapou à punição * impunidade sf.
VERGONHOSO => adj. 1.Que desonra, infame.
2.Obsceno, indecoroso.
"Brasil, mostra tua cara,
Quero ver quem paga, pra gente ficar assim."
Cazuza
IMPUNE => adj. Que escapou à punição * impunidade sf.
VERGONHOSO => adj. 1.Que desonra, infame.
2.Obsceno, indecoroso.
"Brasil, mostra tua cara,
Quero ver quem paga, pra gente ficar assim."
Cazuza
A lei do mais forte
Estou de luto. Não, não há por que vocês me desejarem pêsames ou condolências. Nenhum ser concreto morreu. Faleceu aquela que por último deveria se revelar moribunda. Aquela que vive nos peitos juvenis e se resigna nos peitos idosos. Morreu, infelizmente, a minha ESPERANÇA.
Depois de ligações que me incomodaram e que causaram desavenças em meu lar, tirei um dos meus textos desse blog. Um texto de pequenas pretensões que seria lido por um ou dois colegas. No entanto, esperava que pelo menos neles surgisse um lampejo de indignação ou um muxoxo - daqueles produzidos diariamente pelas bocas esfomeadas e caladas do povo brasileiro. O meu pequeno texto, contudo, tomou um rumo diferente. Cresceu, cresceu e cresceu. Até porque quem se incomoda com a verdade tem algo a esconder.
O coitadinho, que agora tinha pretensões a um textão, era somente mais um novo famoso - daqueles que se mantêm na mídia por apenas 15 minutos. Depois desse mísero tempo, o meu amigo caiu, caiu e caiu. Hoje, ele é mais que um anônimo: é um desaparecido!
Em terras distantes, onde letras e palavras vagam - sufocadas pela lei do mais forte -, caminha o meu prodígio textinho. Felizmente, ou infelizmente para a democracia nacional, ele não se encontra só. Ao seu lado, tenra e cabisbaixa, está a minha preciosa esperança de que um dia a justiça e os fracos reinarão nesse país.
Depois de ligações que me incomodaram e que causaram desavenças em meu lar, tirei um dos meus textos desse blog. Um texto de pequenas pretensões que seria lido por um ou dois colegas. No entanto, esperava que pelo menos neles surgisse um lampejo de indignação ou um muxoxo - daqueles produzidos diariamente pelas bocas esfomeadas e caladas do povo brasileiro. O meu pequeno texto, contudo, tomou um rumo diferente. Cresceu, cresceu e cresceu. Até porque quem se incomoda com a verdade tem algo a esconder.
O coitadinho, que agora tinha pretensões a um textão, era somente mais um novo famoso - daqueles que se mantêm na mídia por apenas 15 minutos. Depois desse mísero tempo, o meu amigo caiu, caiu e caiu. Hoje, ele é mais que um anônimo: é um desaparecido!
Em terras distantes, onde letras e palavras vagam - sufocadas pela lei do mais forte -, caminha o meu prodígio textinho. Felizmente, ou infelizmente para a democracia nacional, ele não se encontra só. Ao seu lado, tenra e cabisbaixa, está a minha preciosa esperança de que um dia a justiça e os fracos reinarão nesse país.
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Música para o momento.
HáTempos - Legião Urbana
Parece cocaína mas é só tristeza, talvez tua cidade Muitos temores nascem do cansaço e da solidão E o descompasso e o desperdício herdeiros são Agora da virtude que perdemos. Há tempos tive um sonho Não me lembro não me lembro Tua tristeza é tão exata E hoje em dia é tão bonito Já estamos acustumados A não termos mais nem isso. Os sonhos vêm E os sonhos vão O resto é imperfeito. Disseste que se tua voz tivesse força igual À imensa dor que sentes Teu grito acordaria Não só a tua casa Mas a vizinhança inteira. E há tempos nem os santos têm ao certo A medida da maldade Há tempos são os jovens que adoecem Há tempos o encanto está ausente E há ferrugem nos sorrisos E só o acaso estende os braços A quem procura abrigo e proteção. Meu amor, disciplina é liberdade Compaixão é fortaleza Ter bondade é ter coragem E ela disse: - Lá em casa têm um poço mas a água é muito limpa.
O professor Lira fez um rápido comentário, falando que essa música retrata exatamenteo estado de anomia em que estamos vivendo atualmente. E acho que só a partir do momento em que percebermos que a solução está em nossas mãos, é que mudaremos isso!
Aliás, que tal um protesto contra a PALHAÇADA do Senado nesta terça-feira?
Parece cocaína mas é só tristeza, talvez tua cidade Muitos temores nascem do cansaço e da solidão E o descompasso e o desperdício herdeiros são Agora da virtude que perdemos. Há tempos tive um sonho Não me lembro não me lembro Tua tristeza é tão exata E hoje em dia é tão bonito Já estamos acustumados A não termos mais nem isso. Os sonhos vêm E os sonhos vão O resto é imperfeito. Disseste que se tua voz tivesse força igual À imensa dor que sentes Teu grito acordaria Não só a tua casa Mas a vizinhança inteira. E há tempos nem os santos têm ao certo A medida da maldade Há tempos são os jovens que adoecem Há tempos o encanto está ausente E há ferrugem nos sorrisos E só o acaso estende os braços A quem procura abrigo e proteção. Meu amor, disciplina é liberdade Compaixão é fortaleza Ter bondade é ter coragem E ela disse: - Lá em casa têm um poço mas a água é muito limpa.
O professor Lira fez um rápido comentário, falando que essa música retrata exatamenteo estado de anomia em que estamos vivendo atualmente. E acho que só a partir do momento em que percebermos que a solução está em nossas mãos, é que mudaremos isso!
Aliás, que tal um protesto contra a PALHAÇADA do Senado nesta terça-feira?
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Para pensar...
“Sendo Noé lavrador, passou a plantar uma vinha. Bebendo do vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda. Cam, pai de Canaã, vendo a nudez do pai, fê-lo saber, fora, a seus dois irmãos. Então, Sem e Jafé tomaram uma capa, puseram-na sobre os próprios ombros de ambos e, andando de costas, rostos desviados, cobriram a nudez do pai, sem que a vissem. Despertando Noé do seu vinho, soube o que lhe fizera o filho mais moço e disse: Maldito seja Canaã; seja servo dos servos a seus irmãos. E ajuntou: Bendito seja o Senhor, Deus de Sem; e Canaã lhe seja servo. Engrandeça Deus a Jafé, e habite ele nas tendas de Sem; e Canaã lhe seja servo”
Fonte: Bíblia Sagrada (Gênesis 9, 20-29)
Conforme a Bíblia, os 3 filhos de Noé deram origem a 3 linhagens:
CAM ---> negros (África)
SEM ----> semitas (Oriente)
JAFÉ ---> brancos (Europa)
Até na Bíblia...
Fonte: Bíblia Sagrada (Gênesis 9, 20-29)
Conforme a Bíblia, os 3 filhos de Noé deram origem a 3 linhagens:
CAM ---> negros (África)
SEM ----> semitas (Oriente)
JAFÉ ---> brancos (Europa)
Até na Bíblia...
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
A anulação do leilão da Vale do Rio Doce
Movimentos sociais - entre eles a CNBB, o MST, a CUT e a UNE - convocam a população brasileira a opinar, entre os dias 1 e 7 de setembro, a respeito da anulação do leilão de privatização da mineradora Vale do Rio Doce. Privatizada em um processo escuso e com um histórico de críticas e denúncias de falcatruas, a empresa que valia em 1997 aproximadamente 100 bilhões de dólares foi leiloada por irrisórios 3 bilhões. O Supremo Tribunal Federal - que se tornou exemplo nacional depois de fazer simplesmente o seu trabalho: acusar os 40 mensaleiros a um processo de investigação - tarda a averiguar mais de 69 ações judiciais a favor da anulação do leilão que tramitam no órgão há mais de 3 anos. O que os movimentos populares nacionais pretendem fazer é justiça com as próprias mãos, enquanto os tribunais brasileiros mantêm os processos de investigação sob as mofadas casacas dos baicharéis, esperando pela rotineira prescrição.
A Vale é hoje a maior empresa privada brasileira e a segunda maior empresa atuante no Brasil, depois da Petrobrás. Ela detém a maior frota de transportadores de grãos do mundo e é a maior captadora de minério de ferro do globo. Não há grupo empresarial que mais usufrua das riquezas minerais brasileiras que a mineradora. Ou seja, perdemos uma empresa de valor inestimável ao país e que permite com que multinacionais - que a compraram por um preço de pechincha - lucrem com a exportação de recursos nacionais.
O processo de privatização da Vale causou polêmicas logo no anúncio de que a empresa seria leiloada, em 1995. O governo de Fernando Henrique Cardoso, embalado pela onda do neoliberalismo latino-americano, alegou a insustentabilidade da empresa aos cofres públicos brasileiros e propôs a sua venda em um leilão. O dinheiro obtido seria destinado ao pagamento de dívidas nacionais e internacionais, obtendo maior credibilidade estrangeira e, consequentemente, atraindo mais investimentos ao país. Eu não culpo Fernando Henrique pela venda. O neoliberalismo foi um espírito econômico de época, o qual ludibriou as nações subdesenvolvidas - crentes de que as intenções do Consenso de Washington eram as mais inocentes possíveis. O propósito de FHC, de atrair investimentos internacionais, foi o mesmo princípio político usado pelo presidente Lula em sua economia de "commodities".
A esquerda nacional se torna pedante e cega ao criticar a política ecônomica de FHC, repetida pelo presidente Lula. Entretanto, algumas avaliações negativas do leilão - feitas pela mesma esquerda nacional - são corretas e muito pertinentes. Ao avaliar o valor de mercado da Vale do Rio Doce, para lançar um preço de venda aos interessados em comprá-la no leilão de 1997, o edital do banco Bradesco e a consultoria estadunidense Merrill Lynch sugeriram um valor de 3,3 bilhões de reais. No entanto, segundo outras consultorias nacionais, esse valor seria o triplo do sugerido. O interessante é que a empresa que comprou a Vale foi a mesma que avaliou o seu valor de mercado, ou seja, o próprio Bradesco.
A Vale é hoje a maior empresa privada brasileira e a segunda maior empresa atuante no Brasil, depois da Petrobrás. Ela detém a maior frota de transportadores de grãos do mundo e é a maior captadora de minério de ferro do globo. Não há grupo empresarial que mais usufrua das riquezas minerais brasileiras que a mineradora. Ou seja, perdemos uma empresa de valor inestimável ao país e que permite com que multinacionais - que a compraram por um preço de pechincha - lucrem com a exportação de recursos nacionais.
O processo de privatização da Vale causou polêmicas logo no anúncio de que a empresa seria leiloada, em 1995. O governo de Fernando Henrique Cardoso, embalado pela onda do neoliberalismo latino-americano, alegou a insustentabilidade da empresa aos cofres públicos brasileiros e propôs a sua venda em um leilão. O dinheiro obtido seria destinado ao pagamento de dívidas nacionais e internacionais, obtendo maior credibilidade estrangeira e, consequentemente, atraindo mais investimentos ao país. Eu não culpo Fernando Henrique pela venda. O neoliberalismo foi um espírito econômico de época, o qual ludibriou as nações subdesenvolvidas - crentes de que as intenções do Consenso de Washington eram as mais inocentes possíveis. O propósito de FHC, de atrair investimentos internacionais, foi o mesmo princípio político usado pelo presidente Lula em sua economia de "commodities".
A esquerda nacional se torna pedante e cega ao criticar a política ecônomica de FHC, repetida pelo presidente Lula. Entretanto, algumas avaliações negativas do leilão - feitas pela mesma esquerda nacional - são corretas e muito pertinentes. Ao avaliar o valor de mercado da Vale do Rio Doce, para lançar um preço de venda aos interessados em comprá-la no leilão de 1997, o edital do banco Bradesco e a consultoria estadunidense Merrill Lynch sugeriram um valor de 3,3 bilhões de reais. No entanto, segundo outras consultorias nacionais, esse valor seria o triplo do sugerido. O interessante é que a empresa que comprou a Vale foi a mesma que avaliou o seu valor de mercado, ou seja, o próprio Bradesco.
O plebiscito é uma prática saudável da democracia brasileira e deve, portanto, ser estimulado. Contudo, afirmar de maneira presunsosa que a Vale se tornará maior do que é hoje nas mãos estatais é um sonho utópico-comunista. Sem concorrência ativa no mercado capitalista, com a injeção maciça de investimentos privados, a Vale é uma forte concorrente a se tornar sucateada como muitas das empresas estatais da história nacional. Caso, no entanto, a sua administração seja uma mistura entre capital privado e estatal - onde o estado seja o sócio majoritário de suas ações, como é o modelo administrativo da Petrobrás -, é possível que ela se torne tão excelente ou até melhor do que é hoje. Isso só depende de eficiência governamental e vontade de que tudo dê certo.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Lulu já previa a solidão do mundo cibernético
Recentemente, durante um programa da MTV sobre a carreira e os sucessos do músico Lulu Santos, deparei-me com uma análise sobre a letra da música “Aviso aos Navegantes” que realmente prendeu minha atenção.
Aviso aos Navegantes
Lulu Santos
Se existe alguém na linha
Se tem alguém no ar
Por favor responda agora
Não me faça esperar...
Há uma certa urgência
Alô informação!
Aqui sou eu sozinho
Do outro lado
Não sei não
Sei!...
Instalei uma antena
E lancei um sinal
Há nada no radar
Procuro no dial...
Aviso aos navegantes
Tem mais alguém aí?
Só ouço o som da minha
Própria voz a repetir...
S.O.S. Solidão!
Lançada no ano de 1996, no cd Anti Ciclone Tropical, “Aviso aos Navegantes” é de uma contemporaneidade incrível. A letra (como vocês podem acompanhar logo acima do texto) fala sobre o mundo virtual, o qual permite acesso a muitos lugares, muita informação, muitas pessoas... Mas que ao mesmo tempo tira as pessoas do mundo real.
O individualismo que existe atualmente na sociedade ocorre também por conta desse isolamento que, querendo ou não, é causado pelo uso excessivo do computador. Um fenômeno muito corriqueiro a ser observado é a quantidade de pessoas que deixam de sair de casa porque preferem ficar navegando, conversando com desconhecidos que podem ser pessoas reais ou apenas personagens.
É claro que a internet trouxe benefícios incontáveis à vida de todos. Informação atualizada quase que minuto a minuto e de livre acesso, fotos, vídeos, músicas, entretenimento em geral, etc etc etc. Ainda facilitou o contato com colegas, amigos, familiares distantes, através de e-mails, orkut, msn e os outros tantos meios que existem, e manter esse tipo de contato – acredito eu – é absolutamente saudável, desde que feito de maneira ponderável. Também não condeno de maneira alguma conhecer pessoas através da internet; para quem se sente bem, qual o problema? Entretanto, vale deixar claro que o uso do meio em excesso pode acabar prejudicando o convívio no mundo real.
Em tempo: a vida acontece lá fora.
Aviso aos Navegantes
Lulu Santos
Se existe alguém na linha
Se tem alguém no ar
Por favor responda agora
Não me faça esperar...
Há uma certa urgência
Alô informação!
Aqui sou eu sozinho
Do outro lado
Não sei não
Sei!...
Instalei uma antena
E lancei um sinal
Há nada no radar
Procuro no dial...
Aviso aos navegantes
Tem mais alguém aí?
Só ouço o som da minha
Própria voz a repetir...
S.O.S. Solidão!
Lançada no ano de 1996, no cd Anti Ciclone Tropical, “Aviso aos Navegantes” é de uma contemporaneidade incrível. A letra (como vocês podem acompanhar logo acima do texto) fala sobre o mundo virtual, o qual permite acesso a muitos lugares, muita informação, muitas pessoas... Mas que ao mesmo tempo tira as pessoas do mundo real.
O individualismo que existe atualmente na sociedade ocorre também por conta desse isolamento que, querendo ou não, é causado pelo uso excessivo do computador. Um fenômeno muito corriqueiro a ser observado é a quantidade de pessoas que deixam de sair de casa porque preferem ficar navegando, conversando com desconhecidos que podem ser pessoas reais ou apenas personagens.
É claro que a internet trouxe benefícios incontáveis à vida de todos. Informação atualizada quase que minuto a minuto e de livre acesso, fotos, vídeos, músicas, entretenimento em geral, etc etc etc. Ainda facilitou o contato com colegas, amigos, familiares distantes, através de e-mails, orkut, msn e os outros tantos meios que existem, e manter esse tipo de contato – acredito eu – é absolutamente saudável, desde que feito de maneira ponderável. Também não condeno de maneira alguma conhecer pessoas através da internet; para quem se sente bem, qual o problema? Entretanto, vale deixar claro que o uso do meio em excesso pode acabar prejudicando o convívio no mundo real.
Em tempo: a vida acontece lá fora.
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